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Doença da lepra – Pará é o primeiro da região e o 4º. no Brasil. ONU manda representante.

A visita constará no relatório produzido pelas duas comissões e os resultados serão discutidos em Audiência Pública no próximo dia 11 de junho, às 14h, no auditório João Batista da Alepa.

Notícias // Pará
Publicada em 01/06/2019 às 13:13:16

 

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Com o tema “Hanseníase no Pará - Saúde e Direitos Humanos”. A Comissão de Saúde e direitos humanos enviou à Belém a Dra. Alice Cruz, com o objetivo de acompanhar de perto, as ações públicas no combate ao avanço da Hanseníase, mais conhecida como lepra, no Pará.

 

 

 

 

A representante da ONU, juntamente com  Dr. Vagner Neves e Carlos Bordalo, ambos deputados, integrantes das Comissões de saúde e direitos humanos da ALEPA, realizaram uma visita, 29, ao mais famoso e antigo leprosário do Pará, o complexo de tratamento da Colônia do Prata, no município de Igarapé Açú.

 

 

A visita constará no relatório produzido pelas duas comissões e os resultados serão discutidos em Audiência Pública no próximo dia 11 de junho, às 14h, no auditório João Batista da Alepa.

 

 

 

Entre os assuntos que serão abordados na reunião estão, a situação de sobrevivência descriminação e violação dos direitos humanos, daqueles que ainda vivem na colônia, assim como, a discussão para implementação de políticas públicas para o tratamento e prevenção da hanseníase no Pará.

 

 

Mais sobre a Colônia do Prata 

 

 

Texto: Lilian  Assessoria: Carlos Bordalo

 

 

 

A Vila de Santo Antônio do Prata não recebe mais pacientes, mas vivem ainda sete pessoas da época da colônia desativada em 1986. Contudo, nesse ano, ainda recebiam pacientes, segundo relato de Paulo de Oliveira Barbosa, morador da Colônia. 

 

 

 

Criada em 1924 a Colônia foi abrigo daqueles que eram excluídos da sociedade. A doença, na época vulgarmente conhecida como lepra, descortinava o medo, o preconceito e a discriminação. Banir e isolar foi a solução encontrada pela sociedade. Barbosa ainda conta que o  local chegou a receber cerca de 1200 pessoas entre os anos de 1950 e 1970. 

 

 

 

“Houve muitas mortes, não havia tratamento adequado e por volta dos anos 50 surge tratamento no mundo, mas não aqui e se sentiam de certa forma como cobaias, em 1986 quando fechou a colônia ainda havia internamentos”, relata.

 

 

 

 

Conforme o senhor Barbosa, os Freis  capuchinhos Carlos e Daniel de Samarate construíram uma igreja e um centro para catequizar os índios Tembés, nativos da região e também, o pavilhão D, para abrigar as irmãs capuchinhos. O Frei Daniel ao conviver por 14 anos na Vila contraiu hanseníase, foi internado no leprosário do Tucunduba em Belém onde faleceu em 1924. 

 

 

 

 


 

Edição eTexto: André Santos  /  Lilian  Assessoria: Carlos Bordalo  /  Joice Ribeiro

 

Fotos: Joice Ribeiro / Internet

 

Fonte: site ALEPA  

 

Colaboração Edila Lima, assessora na CDHeCD da Alepa

 

 

 

 

 

 

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